O gasoduto Mercedes-Lisboa, obras complementares do Gasoduto Perito Francisco Pascacio Moreno, começou a fase de transporte de gás, o que permite uma poupança diária no verão de 4 milhões de dólares por dia em substituição de combustíveis importados.
A obra consiste em um duto de alta pressão de 30 cm de diâmetro e 80 quilômetros de extensão, para transferir gás de Vaca Muerta do sistema troncal do sul ao norte.
O abastecimento do Gasoduto Mercedes-Lisboa é possível a partir dos 11 milhões de m3/dia de gás que atualmente traz o Gasoduto Perito Francisco Pascacio Moreno em Vaca Muerta, através do trecho "Tratayén-Salliqueló" e a imagem do Loop de Ordoqui no sistema de TGS.
Durante o verão, o novo gasoduto Mercedes-Lisboa permitirá substituir combustíveis líquidos, combustíveis para geração de energia eléctrica nas Centrais Térmicas de Santa Fé e o norte da Província de Buenos Aires, por cerca de u$s 4 milhões diários.
Uma vez terminada a Planta Compresora de Mercedes, atualmente em execução, o gasoduto Mercedes-Lisboa pode transferir até 15 milhões de m3/dia a partir TGS, a TGN, permitindo, assim, a substituição de u$s 6 milhões diários, em média, de combustíveis líquidos, combustíveis para a geração termoelétrica em Santa Fé e o norte de Buenos Aires.
Através desta obra, planejada por Energia Argentina, se dá uma maior flexibilidade para a transferência entre os sistemas de transporte de alta pressão operados por TGS e TGN na área de GBA, proporcionando confiabilidade no fornecimento para os grandes centros urbanos e reduzindo a necessidade de gás natural importado.
